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Conheça o programa de melhoramento genético da Duratex

Companhia investe na iniciativa desde 1969, construindo um sólido patrimônio genético que garante de forma sustentável o aumento da produtividade de seu negócio florestal e a melhor qualidade da madeira usada em seus processos produtivos industriais

Quem vê um piso ou painel de madeira instalado não imagina a quantidade e diversidade de processos que foram necessários para que eles estejam lá, prontinhos, decorando uma casa, escritório, academia ou escola, entre outros ambientes.

Desde a seleção das espécies a serem cultivadas, passando pelo plantio de mudas, colheita, processamento na fábrica e expedição, são várias as etapas que culminam nos produtos finais comercializados pelas marcas Durafloor e Duratex.

Uma delas é o melhoramento genético das árvores que compõem as florestas da companhia. O processo consiste no teste e seleção das espécies que apresentam melhores qualidades – como maior densidade e resistência a pragas e doenças – e que conseguem se adaptar às diversas condições climáticas, a fim de aumentar a produtividade do negócio florestal.

“A hibridação é uma das técnicas mais efetivas utilizadas no processo de melhoramento genético, juntando o que há de melhor entre duas espécies diferentes e gerando um híbrido que pode ser até 40% mais produtivo do que seus pais”, explica Raul Chaves, gerente de Tecnologia e Meio Ambiente da área Florestal da Duratex. “Espécies melhoradas geneticamente geram madeira de melhor qualidade para serem usadas nos processos industriais da companhia”, completa.

PROGRAMA DE LONGO PRAZO

O programa de melhoramento genético é um dos mais longos em uma empresa de base florestal. Isto porque o processo para identificar as melhores árvores a serem usadas para este fim demora entre 12 e 15 anos.

É com em um vestibular: as árvores selecionadas são submetidas em diferentes momentos a várias condições climáticas em várias regiões e fazendas onde a companhia atua, a fim de testar sua resistência, produtividade e qualidade de sua madeira. No “teste final”, simula-se um plantio comercial, para definir os materiais mais promissores.

“A cada mil materiais testados, escolhemos dois ou três ao fim de cada ciclo, sendo que temos vários ciclos acontecendo de forma simultânea. Uma empresa que quer estar na frente em termos de tecnologia florestal tem que possuir um bom patrimônio genético e precisa atuar em várias linhas de frente ao mesmo tempo, senão fica exposta ao grande risco de chegar ao fim do ciclo e detectar problemas que o comprometem por inteiro”, explica Chaves.

Segundo ele, atualmente, a Duratex possui mais de 140 mil árvores sendo avaliadas em campo para testes do programa de melhoramento genético. Desde que passou a produzir clones, o programa já liberou 10 exemplares, sendo cinco deles ativos atualmente, garantindo maior produtividade e madeira de melhor qualidade para os negócios da Duratex.



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