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Duratex é referência em ações de proteção infantil na cadeia de valor

Companhia foi convidada para apresentar seu programa de gestão de fornecedores em evento da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em parceria com a Childhood Brasil, para inspirar outras empresas

Consciente de que tão importante quando ter um modelo de negócio alinhado à sustentabilidade é saber que sua cadeia de suprimentos também está de acordo com tais objetivos e aspirações, a Duratex mantém desde 2012 o programa GFD (Gestão de Fornecedores Duratex), que avalia sua cadeia de valor a partir de critérios socioambientais, econômicos e de qualidade.

A iniciativa foi apresentada a outras companhias do Brasil como referência durante o evento “Prevenindo Violações dos Direitos de Crianças e Adolescentes em Cadeias de Fornecimento”, promovido, em São Paulo, pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, em parceria com a Childhood Brasil.

Isso porque o combate ao trabalho infantil, forçado ou análogo à escravidão, bem como a prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes, são temas bastante fortes dentro do programa GFD da Duratex, que inclusive é patrocinadora do programa Na Mão Certa, da Childhood Brasil, que visa erradicar o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias do país.

A companhia promove, periodicamente, ações de conscientização a respeito do tema com os caminhoneiros que prestam serviços à empresa, além de realizar eventos para incentivar seus fornecedores a também incluir o assunto em suas agendas de negócio. 

“Queremos aproveitar ao máximo o contato que temos com esse público para disseminar a causa do combate à exploração sexual infantil”, diz Luciana Alvarez, gerente de Sustentabilidade e Comunicação da Duratex, que apresentou o case da companhia durante o evento.

Até o final do ano, a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Childhood Brasil planejam realizar uma série de outros encontros a respeito do tema, a fim de fomentar a implementação de uma política pública eficaz de combate ao abuso sexual infantil que envolva governos, empresas e sociedade civil.



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